segunda-feira, 27 de abril de 2009
Contexto histórico
Através dos tempos, o vestígio mais extraordinário deixado pelo homem foi à produção artística. Ausente de questionamentos, os desenhos feitos nas paredes das cavernas são as manifestações mais antigas de que se tem conhecimento quanto à sociedade.
Na história da arte essas pinturas são consideradas o primeiro exemplo de grafite e pichação, uma forma de transcrição com linguagem simbólica própria, misturando diversas tonalidades que passam a compor o visual do ambiente urbano, principalmente no contexto atual devido ao desenvolvimento das diversas artes visuais.
O grafitar e o pichar surgiram para democratizar o conceito de criatividade sem qualquer limitação espacial ou ideológica, porém, acabam se difundindo de maneira intensa nos grandes centros com: rabiscos, gravações, documentos conscientes ou não, executados em fatos e situações ao decorrer dos anos. É possível associar esse modo de contextualização com outras necessidades humanas em busca da liberdade de expressão.
A pintura mural em ênfase nada mais é o parto de um indivíduo artístico inspirado numa ocasião intelectual revolucionária, convidada por uma série de golpes da corrupção dos poderes públicos a promover o discurso de defesa às multidões.
No Brasil e no mundo a fachada ‘pop art’ aponta para o comprimento originário do grafite contemporâneo, resultado da equação que introduziu o spray no muralismo cultural pós-moderno.
Em constante evolução e assim diante, a arte se consagra na fusão de idéias calibradas por alta dose de bom senso, depois de ter chegado à Bienal, vêm conquistando ao passar de todos os dias mais exposição nas mídias.
*DICA: [Fran Mosquera]
quinta-feira, 16 de abril de 2009
INTRO
Parte da cultura musical Hip-Hop, a arte urbana se espalhou com fugacidade ao redor dos grandes centros de 'arranha céus'.
No Brasil, as primeiras manifestações surgiram em forma de protestos e propagandas em meados de 1978, seguindo uma linha mais artística por influência de artistas europeus.
Apelidada de “pixação” pela mídia no início dos anos 80, nasce um novo tipo de letra com traços retos e assinaturas mais arredondadas pintadas à mão-livre.
Os adeptos da linguagem de expressão logo foram repreendidos, quando com disputas o ato de expressão passa a ser uma maneira de demarcação de territórios entre gangues.
Embora, hoje graças a um 'BOOM STREET' aderido pelo comportamento contemporâneo exista uma verdadeira miscelânea, o Grafite e até mesmo a Pichação estão migrando para as galerias de arte, justamente pelo motivo de que a cada dia nascem novos artistas das ruas, critícos e criativos com sede de reproduzir suas influências e opiniões.
*DICA: [Os Gemeos]
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