segunda-feira, 27 de abril de 2009

Contexto histórico



Através dos tempos, o vestígio mais extraordinário deixado pelo homem foi à produção artística. Ausente de questionamentos, os desenhos feitos nas paredes das cavernas são as manifestações mais antigas de que se tem conhecimento quanto à sociedade.

Na história da arte essas pinturas são consideradas o primeiro exemplo de grafite e pichação, uma forma de transcrição com linguagem simbólica própria, misturando diversas tonalidades que passam a compor o visual do ambiente urbano, principalmente no contexto atual devido ao desenvolvimento das diversas artes visuais.

O grafitar e o pichar surgiram para democratizar o conceito de criatividade sem qualquer limitação espacial ou ideológica, porém, acabam se difundindo de maneira intensa nos grandes centros com: rabiscos, gravações, documentos conscientes ou não, executados em fatos e situações ao decorrer dos anos. É possível associar esse modo de contextualização com outras necessidades humanas em busca da liberdade de expressão.

A pintura mural em ênfase nada mais é o parto de um indivíduo artístico inspirado numa ocasião intelectual revolucionária, convidada por uma série de golpes da corrupção dos poderes públicos a promover o discurso de defesa às multidões.
No Brasil e no mundo a fachada ‘pop art’ aponta para o comprimento originário do grafite contemporâneo, resultado da equação que introduziu o spray no muralismo cultural pós-moderno.

Em constante evolução e assim diante, a arte se consagra na fusão de idéias calibradas por alta dose de bom senso, depois de ter chegado à Bienal, vêm conquistando ao passar de todos os dias mais exposição nas mídias.

*DICA: [Fran Mosquera]

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